Coluna Executérrima

Qual é a sua tribo?

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Explore o que o estilo étnico tem de melhor e aposte em produções diferenciadas para o dia a dia

O étnico sempre marca presença no mundo da moda. O mais recente desfile da marca Tory Burch foi inspirado na artista Françoise Gilot (no período em que ela passou em Vallauris com Pablo Picasso) e, entre tricôs texturizados e estampas gráficas, trouxe à passarela referências tribais – influências das artes africanas na obra de Gilot.

Na moda de rua, frequentemente, vemos bordados, franjas e estampas em cores vibrantes (vermelho, azul e amarelo) combinadas com tons de marrom, preto, terra e bege. É comum também o mix de texturas, de materiais e de outros elementos em ferro, couro, ouro e prata com aplicações de pedrarias.

No entanto, como podemos explorar o estilo em um ambiente mais formal? A resposta é simples: com ponderação. Por exemplo, mesclando peças em tecidos finos com outros artesanais e mais rústicos. Uma dica para os dias quentes: aproveite para usar peças mais soltinhas feitas com tecidos naturais (algodão e linho) em tons claros (cáqui, branco e bege). Aposte em detalhes regionais e cores mais vivas (laranjas, azuis, roxos, verdes, amarelos) nos acessórios, como colares, pulseiras, anéis, pastas, bolsas, lenços e sapatos, desde que, é claro, o ambiente corporativo permita.

Fazer um post especial sobre estampas já está na programação do Executiva sem Terninho, mas adiantamos uma dica importante: cuidado com o tamanho das estampas e com a mistura de temas no ambiente profissional. No caso do estilo étnico, escolha sempre um ponto estratégico para a estampa, como um blazer, uma bolsa uma saia, deixando o restante do look mais neutro.

Outra estratégia interessante é sempre ter na produção uma peça refinada, que se destaque de qualquer outro detalhe pesado ou rústico e deixe a produção mais elegante.

 

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About Fernanda Balieiro

Jornalista por formação, desenvolvo trabalhos de comunicação para diferentes plataformas (web, TV, mobile, print) e editorias, entre elas, moda, cultura e negócios. Curiosa por natureza, leio de tudo um pouco e, se o conteúdo interessar, pergunto, observo e pergunto novamente pra entender e passar pra frente de alguma forma. Paulistana, casada e apaixonada pelo mundo dos tecidos, cores e texturas, meu passatempo de moda é comparar revistas antigas com novas publicações. Esqueço da vida olhando imagens de capa, modelos, acessórios, estilos, o que foi e voltou a ser tendência, informações das mais diversas. Mais alguém quer entrar para o clube?
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