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Férias sim, pero sin perder la ternura jamás

Getty Images

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Já é janeiro, tempo de praia, piscina, calor ou de viagem para um lugar friozinho, spa, boas sonecas. Com tantas atividades bacanas, pessoas novas e passeios diferentes, fica difícil seguir de forma regrada o passo a passo que os cuidados pessoais exigem. Nessa época de férias sempre rola um “Só dessa vez” ou “Eu recupero quando voltar à rotina”.

Deixamos de lado principalmente cabelos, unhas e pele. Natural liberar um pouco a cabeça de tanta regra e atenção. Mas pense que, se você quiser voltar à rotina sem ter muito trabalho e gasto para reparar os danos, vale a pena investir alguns minutinhos do dia passando aquele protetor ou óleo. Nem vai ser tão chato, o Executiva dá uma força com dicas de produtos que salvam a vida. Confira.

CABELOS Não se esqueça de fazer uma boa hidratação, evitar água quente e usar protetor nos fios. Invista em chapéus, além de proteger a cabeça e o rosto, você deixa a produção mais sofisticada. Ao final do dia, use óleo de coco nas pontas dos fios como se fosse o leave-in (uma colher de chá basta).

PELE A limpeza pela manhã e também antes de dormir é essencial. Opte por água gelada ou natural, nunca água quente. Use protetor solar e, para dar aquela sensação de frescor durante o dia, borrife água termal. Para o corpo, vale a regra banho-creme. Deixe o creme ao lado da toalha, dessa forma, você fica condicionada a passar o hidratante assim que sair do chuveiro.

MÃOS E PÉS Nada pior que a sensação de ressecamento, portanto, além dos cremes antes de dormir, carregue na bolsa um hidratante pequeno. Sua frasqueira deve ter lixa, alicate, creme para cutículas, base e removedor de esmalte, pois geralmente fazemos as unhas antes de embarcar, mas, com o tempo, as “lascadinhas” do esmalte são inevitáveis. Tendo esse kit sobrevivência pra unhas, você continua linda e com aspecto natural em qualquer lugar.

Vamos comemorar

festasFESTAS DE FIM DE ANO

Esta é a época do ano em que as executérrimas mais se preocupam com o que usar. Afinal, elas participam de inúmeros eventos entre premiações, noites de gala, festas de confraternização com colegas da empresa e almoços ou jantares mais descontraídos com seus superiores.

Com base nas perguntas recebidas sobre o que usar e, principalmente, evitar, fiz uma entrevista com a executérrima responsável pelo Executiva sem Terninho.

Fabi Gragnani deu dicas especiais sobre produções, acessórios, maquiagem, comportamento e estilo. Confira!

Imagine que sou nova na empresa e vou participar de minha primeira festa de fim de ano. Como identifico o “tom da festa” para não errar na produção?

Fabi Gragnani: Considerando seu pouco tempo de empresa, sugiro que se informe antes com uma colega de sua equipe ou com alguma outra profissional que já trabalhe no grupo há mais tempo. Assim, as chances de você errar serão menores. De qualquer forma, não se esqueça que, para esse tipo de evento, menos é sempre mais!

Posso usar jeans na festa de fim de ano? De que forma?

Fabi Gragnani: Não recomendo, salvo se a festa for informal, estilo happy hour. Neste caso, invista nos acessórios e troque a bolsa do dia por uma menor como um clutch.

Como deve ser a maquiagem? Posso deixá-la um pouco mais marcada?

Fabi Gragnani: Sim, adote a maquiagem que você usa no dia a dia como base e carregue um pouquinho mais nos olhos ou adote um batom mais forte.

Posso abusar do salto alto na festa da empresa?

Fabi Gragnani: Desde que não muito exagerada, a sandália de salto é permitida. Apenas não esqueça que a festa da empresa não é balada.

E para quem não é fã de salto, a sapatilha está liberada?

Fabi Gragnani: Neste caso, opte por uma sapatilha com um brilho ou com algum detalhe diferente.

Bermudinha e short: há espaço pra eles nas festas de empresa?

Fabi Gragnani: Esqueça!

Sou tímida e não me imagino fantasiada de jeito nenhum. Se a festa for temática, posso ir vestida de forma comum?

Fabi Gragnani: Se a festa for à fantasia e o dress code permitir traje social, vá de pretinho básico e ouse nos acessórios, usando, por exemplo, uma máscara ou um belo acessório nos cabelos. Já se a festa tiver temática anos 70, por exemplo, faça um esforço adotando ao menos alguns acessórios como óculos, bolsa, algo que remeta à época para entrar no clima.

Estou acima do peso. Qual a melhor sugestão de look festa: vestido ou calça comprida estilo pantalona + blusa?

Fabi Gragnani: Opte por tons escuros e arrase nos acessórios. Um vestido bem cortado e adequadamente forrado é um curinga para quem está fora de forma.

Pode ou não pode: brilho, peças curtas, pele mais exposta?

Fabi Gragnani: O brilho é permitido, mas sem exageros, ok? Quero dizer, se a roupa tiver brilho, os acessórios devem ser neutros e vice-versa. Já o curto e a pele à mostra, esqueça!

O que fazer com os cabelos: presos ou soltos?

Fabi Gragnani: Nada de grandes penteados. Se o evento for durante o dia, opte por um rabo de cavalo mais natural se você tiver cabelos médios ou longos. Se a festa for a noite, um belo coque funciona sempre.

O que evitar de qualquer jeito?

Fabi Gragnani: Esqueça a transparência, o decote, as peças curtas e justas demais e, por favor, não exagere na bebida! Embora seja um momento de confraternização, não esqueça que no dia seguinte ou na semana seguinte você encontrará com aquelas pessoas num ambiente profissional. Por isso, perder a classe e a elegância, jamais!

Dê uma sugestão de produção para cada uma das situações:

Festa ao estilo Happy Hour em um bar ou restaurante

Fabi Gragnani: Que tal um vestido na altura do joelho, de jacquard, uma sandália com spikes e uma clutch colorida? Ou quem sabe uma pantalona com uma regata de seda e um belo maxcolar?

Almoço de confraternização

Fabi Gragnani: Neste caso, uma calça estampada, tendência nessa estação, com uma blusinha neutra combinadas com uma sapatilha ou uma espadrilha, é ideal! No caso de pernas grossas, opte por estampas pequenas.

Festa noturna

Fabi Gragnani: Que tal uma saia longa plissada em tecido metalizado, com uma blusa de seda e uma bela clutch? E por que não um vestido smoking, combinado com acessórios femininos?

Quer exemplos práticos? Então confira nossa galeria de imagens.

VISAGISMO: arte e técnica a seu favor

Você conhece o Visagismo? Sabe como ele pode ajudá-la ao destacar o que há de autêntico em você? Entende a relação entre sua imagem e estilo de vida?

Se já ouviu falar e tem uma vaga ideia, então assista ao seguinte trecho do filme A Dama de Ferro.

No filme, percebemos o grande trabalho de estilo e imagem sugerido pelos assessores de Margaret Thatcher e adotado com êxito em sua trajetória rumo ao cargo de primeira-ministra do Reino Unido. Há muitas mudanças na personagem vivida por Meryl Streep, mas também respeito por sua identidade e por seus valores. Como resultado do trabalho de forma geral, a líder conquista o cargo com segurança, determinada a comandar a nação britânica com mãos de ferro.

Para entender o conceito visagista, entrevistamos Philip Hallawell, diretor do Centro de Visagismo Philip Hallawell e conferencista nas áreas de beleza, estética e artes. O trabalho de Philip foi criado a partir da associação que fez dos símbolos arquetípicos (que o criador da psicologia analítica Carl Gustav Jung descreveu como símbolos com significados universais) com a linguagem visual. De acordo com Philip, os símbolos arquetípicos mais simples e os mais poderosos são os formatos geométricos que estruturam todas as imagens. “Isso significa que toda imagem, intencionalmente ou não, contém uma mensagem subliminar que define o que ela expressa. Raciocinei que as linhas que formam os formatos geométricos são também símbolos arquetípicos”, explica.

E você pode estar se perguntando: por que a imagem pessoal tem tanta importância? Simples. Pois reagimos emocionalmente àquilo que vemos. O cérebro registra o conjunto de linhas, formas e cores da imagem e se identifica ou não com as qualidades que cada traço exprime. Philip traduz: “Quando a pessoa se olha no espelho, também reage emocionalmente. Se as emoções geradas não estiverem em sintonia com seu senso de identidade, ela não gosta do que vê. O encontro entre a imagem externa e interna traz bem-estar, autoconfiança e faz com que vivencie o que tem de melhor”.

Confira a entrevista completa e depois comente com a gente!

S/T – Podemos classificar o Visagismo como arte, técnica ou a mistura dos dois elementos?

Philip Hallawell – O Visagismo Philip Hallawell é uma arte. A arte de ajudar o cliente a definir o que deseja expressar por sua imagem, por meio de uma consultoria, e, depois, de transformar essa intenção numa imagem com harmonia e estética. O processo envolve várias técnicas, como a da análise física, análise do temperamento, a indução à reflexão e técnicas de execução.

Consideramos os cabelos como um dos elementos fundamentais para definição da identidade visual. Mas além deles, que outros pontos são avaliados em uma sessão de Visagismo? Explique a função de cada um desses elementos.

Philip Hallawell – Todos os aspectos da imagem são avaliados: cabelo, maquiagem, dentes, assessórios e vestimentas, além das características físicas faciais e corporais. O rosto é considerado a sede da identidade e representa 70% do senso de identidade visual. Os dentes são muito importantes porque a boca é o ponto focal quando se olha para uma pessoa; eles comunicam importantes informações, por meio dos seus formatos, tamanhos, sua arcada e as linhas que a dentição forma. As sobrancelhas são a moldura dos olhos, região associada às emoções e o seu formato, tamanho e grossura vão interferir na maneira em que a pessoa é percebida emocionalmente. Os óculos têm semelhante efeito. A maquiagem pode alterar a percepção do formato do rosto e das feições. As vestimentas afetam as formas do corpo. Mas, de todos os elementos, o cabelo é que tem o maior impacto na imagem pessoal e é o elemento para o qual se olha mais. Toda mudança na imagem pessoal muda o senso de identidade da pessoa.

Quanto tempo dura a primeira consulta com o visagista? Depois dessa primeira consulta há mais encontros? Se sim, com que frequência?

Philip Hallawell – No salão, a consultoria dura aproximadamente de 15 a 30 minutos e sempre é repetida na volta do cliente. As sessões de retorno duram menos tempo. A consultoria de moda dura por volta de 1 hora ou mais. A consultoria de Visagismo é incorporada ao trabalho que o profissional faz, ou seja, não é feita a parte.

A consultoria segue uma sequência lógica (estuda-se primeiro o rosto, depois os ombros, os dedos das mãos, a altura) ou para cada cliente acontece de uma maneira diferente?

Philip Hallawell – Sim. O primeiro passo é a análise física que é feita muito rapidamente depois que se tem prática. Enquanto que o cliente se aproxima do profissional, este está observando o andar, a postura, gestos e a fala. Também já analisou o formato do rosto. Quando a consultoria começa, o profissional já analisou o comportamento e tem uma boa noção do temperamento dominante do cliente. Quando ele começa a conversar, diz o que o formato do rosto indica, depois cada parte do rosto. A testa, que revela como a pessoa é intelectualmente, os olhos que indicam como ele é emocionalmente, o nariz mostra como age na vida, a boca como se expressa e é relacionada à sexualidade e o queixo como lida com suas vontades. Não precisa ser nesta ordem. Finalmente analisa a cor da pele. O importante é fazer o cliente refletir sobre como está utilizando essas características e se deseja acentuá-las ou diminuí-las, ou se deseja adicionar algo. O consultor de moda vai fazer uma análise mais detalhada do corpo e o dentista dos dentes e da boca. Desse modo o cliente é ajudado a definir o que deseja na sua imagem.

Há ferramentas específicas utilizadas na consulta com o visagista? Explique a estrutura de cada ferramenta e a finalidade.

Philip Hallawell – O visagista não deve depender de nenhuma ferramenta para fazer a análise e a consultoria, exceto ao avaliar a cor da pele, quando tecidos de diferentes cores são colocados abaixo do queixo para ver se combinam com o tom da pele. Isso é importante para consultores de moda, mas não chega a ser necessário para outros profissionais que podem descobrir o tom questionando o cliente sobre como o bronzeado se fixa após a exposição ao sol.

As alterações físicas orientadas costumam causar mudanças no comportamento das pessoas avaliadas, ou seja, é comum um cliente conseguir a promoção desejada como resultado da confiança conquistada por meio da nova imagem?

Philip Hallawell – No Visagismo Philip Hallawell, o objetivo é criar um encontro entre a identidade visual exterior e o senso de identidade interior. Quando isso acontece, a pessoa atinge seu mais alto nível de equilíbrio emocional e psicológico. Ela também vê o melhor de si na sua imagem. Evidentemente, tudo isso trará grandes benefícios nos seus relacionamentos e pode resultar em mudanças significativas, como promoções, conquistas e realizações.

Muitas vezes, perguntas como “O que eu quero”, “quem eu sou” e “qual estilo de vida que pretendo ter” podem não estar esclarecidas para o cliente, ou seja, ele sabe que a mudança é necessária, mas não sabe por onde começar. Quais são as técnicas que vocês utilizam para extrair a essência do cliente?

Philip Hallawell – A maioria das pessoas não consegue colocar em palavras respostas para perguntas como essas. A consultoria lhe dá as palavras quando se explica o que o rosto revela do seu temperamento e a análise da imagem o conscientiza sobre o que está expressando para o mundo. Isso facilita muito para definir o que o cliente deseja, como é seu estilo e outras questões.

Dê um exemplo prático desse processo.

Philip Hallawell – Funciona da seguinte maneira: dizemos que o nariz do cliente é pronunciado e é grande. Isso significa que ele provavelmente seja uma pessoa de ação, que não tem medo do risco e que é extrovertido. Mas também pode significar que seja imprudente. O que se faz é estimular a reflexão. Isso é bom? Traz benefícios ou atrapalha? Precisa atenuar isso ou não? O corte de cabelo, a maquiagem e outros elementos podem acentuar ou diminuir o nariz. Além disso, o uso de linhas inclinadas vai aumentar a energia, o dinamismo e a extroversão. Linhas retas vão dar direção à sua energia e linhas curvas vão suavizá-la. O cliente tem de decidir o que deseja.

As mudanças sugeridas são baseadas nas características naturais dos clientes? Em tempos em que as mulheres brasileiras buscam incansavelmente técnicas para alisar os fios, como mostrar a uma cliente que ela também pode ter sua melhor versão de uma forma mais natural, por exemplo, com cabelos encaracolados?

Philip Hallawell – Cabelos muito retos podem estabelecer uma imagem rígida e de controle. Quando o cliente descobre isso, pode perceber que não é isso que deseja expressar. Muitas mulheres rejeitam seus cabelos encaracolados porque se sentem conturbadas ou inconsequentes. Isso acontece porque a linha encaracolada expressa conturbação, especialmente se o cabelo for longo e armado. O cacheado expressa leveza e certa infantilidade – é uma linha lúdica. No entanto, há como usar cabelos desses tipos naturalmente, sem que expressem algo negativo.

Você acha que os cabelos enrolados (considerados modernos ou até mesmo rebeldes) tem espaço na cabeça de executivas?

Philip Hallawell – Sim, desde que não sejam longos e que o formato do corte seja retangular. Senão a imagem será de uma pessoa sem seriedade e compromisso, ou conturbada, inadequada para uma executiva. Quando a executiva não quer perder sua feminilidade, manter os cachos é uma alternativa. Também podem ser usados para expressar criatividade.

Pensando nas executivas que trabalham em grupos mais conservadores, como empresas de advocacia ou instituições financeiras, imagino que seja difícil generalizar, mas há um padrão ou algum tipo de perfil infalível para o sucesso? Cabelos curtos, lisos, fios retos, algo do gênero?

Philip Hallawell – Uma executiva deve pensar em como deseja atrair clientes, colegas e subordinados e que qualidades deseja deixar evidentes. Ela precisa de uma imagem que revele a pessoa de valor que é e que mostre seu comprometimento com o trabalho. Cabelos longos devem ser evitados, porque todo elemento visual abaixo do lóbulo da orelha tem ação visual pra baixo. Esse direcionamento do olhar para baixo indica que a pessoa precisa de sustentação ou apoio, o que sugere que não é independente. A dependência pode ser emocional (do marido ou dos pais), financeiro, espiritual ou numa imagem que lhe trouxe aceitação, especialmente se foi considerada bonita quando adolescente. Além disso, não passa compromisso. O cabelo longo cria a sensação de peso e imobilidade (além de engordar) e penso que a imagem de uma executiva deve transmitir energia, leveza e dinamismo. Cabelos longos e soltos expressam liberdade e que a pessoa está “solta”, sem compromissos. Não se deve confundir liberdade com independência.

Quanto aos formatos de rostos (oval, retangular, redondo), podemos pensar em cortes mais indicados para cada um deles?

Philip Hallawell – No Visagismo Philip Hallawell não se trabalha com esse conceito, porque seria uma padronização da imagem, quando o que se busca é a personalização ou customização.

Mas há uma regra para tons de pele, coloração dos cabelos e até mesmo para o uso de cores de roupas, certo?

Philip Hallawell – Sim. Em relação às cores é essencial obter uma harmonia, então as cores dos cabelos, da maquiagem e das roupas têm de estar em harmonia com o tom de pele. Em princípio, peles de tons quentes combinam com cores quentes ou com cores frias neutralizadas e vice-versa. Por exemplo, uma pele de tom quente combina com verde musgo, enquanto as peles frias combinam com vermelho vinho. Por outro lado, se a pele for quente, nunca se deve usar um vestido azul-marinho, e se for fria, nunca se deve usar um conjunto vermelho alaranjado. Para descobrir se a pele é quente ou fria, a pessoa deve refletir sobre o tom do seu bronzeado quando se fixa. Se o bronzeado for dourado, é uma pele quente de fundo amarelo. Se for acobreado, é uma pele quente avermelhada. Se for do tom de café ou simplesmente escurece e tem tendência de se manchar, é uma pele fria amarelada. E há ainda as peles muito brancas que nunca seguram um bronzeado. Essas são peles frias rosadas.

Philip Hallawell por Virna Santolia

Philip Hallawell teve sua formação na Inglaterra e nos EUA. Artista plástico e arte educador, ele apresentou e criou a série À Mão Livre – A Linguagem do Desenho, na TV Cultura, e é autor dos livros da série À Mão Livre (Ed. Melhoramentos), Visagismo: harmonia e estética (Senac SP, 2003) e Visagismo Integrado: identidade, estilo e beleza (Senac SP, 2009).

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