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Como lidar com os nossos medos?

Olá, executérrimas. Tudo bem?

Hoje temos mais um artigo de nossa Parceira Zora Viana, fundadora e CEO da Consultoria Atitude Emocional.

O artigo trata do medo, sensação que tanto nos incomoda.

Ótima leitura!

Beijooooooo.

Fabi Gragnani

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boxer

Como lidar com os nossos medos?

Para começo de conversa: o que é medo? Como qualquer outra emoção é o resultado da interpretação que damos para o que nosso corpo sente. Isso é o que diz a Teoria de Schachter-Singer.

Mas agora, vamos ao que interessa! Como lidar com nossos medos? Sabe que a primeira atitude que digo para meus clientes é: entenda as REAIS razões do seu medo. Sabe por quê? Sem conhecer a raiz, não há mudança real. Para cuidar e enfrentar o medo, é preciso se perguntar:

  • De onde ele vem?
  • O que realmente incomoda?

Isso porque diante do medo, que é uma emoção básica e super necessária para sobrevivência, é muito comum ter dois comportamentos:

  • FUGIR: você fica com aquela sensação de querer desaparecer
  • PARALISAR: você fica com aquela sensação de choque e estática

Como digo na minha palestra Inteligência Emocional, o ideal é perceber qual comportamento é a mais comum em você e desenvolver a atitude emocional que você precisa para: ENFRENTAR!

É como o medo de tentar um novo estilo de se vestir:

  • O que as pessoas irão achar?
  • Como me sentirei?
  • Será que consigo sustentar um estilo novo que quero ter?
  • Será que terei atitude para usar roupas que acho bonita, mas que não tenho coragem?

Ou como fazer uma mudança na carreira:

  • Será que vou me adaptar?
  • Como viverei financeiramente?
  • Será que nesta mudança serei feliz ou continuarei com minha insatisfação?
  • E como seria se eu fracassasse?
  • Ou se eu tivesse sucesso?

Por isso, pratique:

  • Descubra do que você tem medo;
  • Identifique sua reação mais comum (fuga ou choque);
  • Escolha o motivo para ter coragem;
  • Eleja cinco vantagens para o seu motivo;
  • Aja!

Nossa evolução depende exclusivamente de nós. Por isso, exercite, incentive-se e se quiser saber mais sobre esse assunto e como a inteligência emocional pode mudar sua vida para melhor, é só me procurar.

Vamos agir?

Com respeito,

Zora Viana

Psicóloga, Coach e Palestrante

zoraviana@atitudemocional.com

Remédio para autoestima

Olá, executérrimas. Tudo bem?

Hoje temos mais um artigo de nossa Parceira Zora Viana, fundadora e CEO da Consultoria Atitude Emocional.

O artigo trata de uma questão sensível e bastante atual – a autoestima, tema que vem ao encontro do objetivo do Executiva: melhorar a imagem da executiva e, por consequência, sua autoestima.

É para ler, pensar e agir!

Beijooooooo!

Fabi Gragnani

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Remédio para autoestima

Olá, gente de Atitude!

Quem me segue nas mídias sociais já sabe o quanto eu prezo pela autoimagem, especialmente, porque sei o quanto ela está atrelada à autoestima, não é mesmo? É por isso, que hoje resolvi discutir um pouco sobre isso por aqui. Afinal, é um remédio ótimo para dar um up na percepção de si!

Há um tempo, li o livro “Capital Erótico” da Catherine Hakim, que como todo livro tem coisas úteis e outras nem tanto. O que me chamou mais atenção foi esse trecho: “Os estudos realizados por psicólogos sociais abrangem as habilidades negligenciadas em pesquisas que focam apenas a atratividade física. Esses estudos avaliam o conforto e a competência das pessoas em situações sociais, empatia, influência, quantidade de sorrisos, efetividade persuasiva, expressividade facial, ausência de ansiedade social e (falta de) reticência.

E o que tudo isso tem a ver com autoestima? Se existem cada vez mais estudos que relacionam sucesso profissional com estar bem consigo e suas habilidades, será que estamos cuidando da nossa capacidade de gostar de nós mesmos? Por que autoestima é exatamente isso. Pare para refletir, o quanto você zela pela sua autoimagem? Se você for dar uma nota de 0 à 10, qual nota seria?

Eu não defendo um padrão ideal, apesar de saber que o mundo possui alguns padrões pré-definidos e muitas vezes temos de abrir mão de alguns gostos para nos encaixar (não adianta bater o pé, tem coisas que a gente não muda sozinho, por exemplo: um ambiente corporativo estar relacionado a roupas mais sociais). Minha defesa é para você se sentir bem e ir em busca do sucesso na sua vida! Para tanto, você pode praticar:

1. Autoanálise

Perceba como você está fisicamente, o que gosta e não gosta em você. Você pode usar como referência suas metas pessoais e profissionais para perceber o que precisa ser mudado (se precisa!).

2. Autopercepção

Identifique se o que não gosta em você é uma opinião sua ou dos outros. Porque se for fazer alguma mudança, precisa ser por você e seus objetivos.

3. Mudanças reais

Do que você identificou que precisa mudar ou melhorar, procure uma alternativa real para fazer isso. Quero dizer real, como aquelas mais naturais e que não agridem você emocionalmente e fisicamente. Cirurgias são boas, mas nem sempre vão te ajudar a melhorar a imagem que tem sobre você.

Alguns exemplos de mudanças que vejo em meus processos de coaching e orientação pessoal são: mudança no jeito de se vestir, cuidar das emoções, saber valorizar seus talentos e habilidades, de falar, se comportar, cuidar do cabelo, do rosto, do corpo, tudo alinhado com os objetivos individuais dos meus clientes.

Espero que gostem dessas dicas e tenham atitude para melhorar cada vez mais a autoestima de vocês!

Com amor,

Zora Viana

Psicóloga, Coach e Palestrante

 

Como não desistir do que eu começo

Olá, executérrimas!

Hoje temos o primeiro artigo (de muitos) de nossa Parceira Zora Viana,  psicóloga, coach, fundadora e CEO da Consultoria Atitude Emocional, empresa que surgiu a partir das necessidades de fortalecimento e equilíbrio das emoções fundamentais para um desempenho adequado dos papéis sociais, especialmente o papel profissional.

O artigo trata de tema que é o martírio de muitas executivas e executivos – como não desistir de alguma atividade iniciada, seja ela ligada ao profissional, ao lazer ou à vida pessoal.

Tema para pensar… e agir!

Aproveitem!!

Beijooooooo!

Fabi Gragnani

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naodesista

Como não desistir do que começo?

Por Zora Viana

Escuto muito no meu consultório: “Zora, eu não sei o que acontece comigo… começo muito empolgada, invisto fortunas quando decido começar algo, compro os melhores equipamentos, alimentos, livros e tudo que for necessário! Mas em poucos dias, estou na estaca zero de novo.” E vamos combinar, que às vezes até no negativo né?

Pois bem, isso significa que há uma defasagem na sua capacidade de ter e agir com força de vontade. Vamos deixar um pouco de lado a parte romântica, e vamos entender cientificamente o que acontece em nossa mente relacionado à essa competência tão necessária em várias áreas da vida.

Nosso cérebro possui uma área que se chama córtex pré-frontal. De forma bem simples e direta a psicóloga e phD Kelly McGonical diz que o córtex pré-frontal é responsável por três principais funções: eu vou, eu não vou, eu quero. Essas três funções e capacidades comportamentais determinam como agimos diante das metas que estabelecemos. A grande questão é que muitas vezes temos uma função mais desenvolvida que a outra.

Faça um teste consigo mesmo, escolha um dia aleatório para observar e analisar seu comportamento referente às suas áreas da vida: relacionamento afetivo, social, situação, alimento, academia, passeio, estudo, trabalho etc. Quantas vezes ao dia você diz:

EU VOU?

EU QUERO?

EU NÃO VOU?

Neste exercício é que conseguimos entender qual a real dificuldade de levar adiante o que começamos. Muitas vezes há uma incoerência entre o EU QUERO X EU VOU / NÃO VOU. Nós queremos muito várias metas, mas na verdade isso não se transforma em objetivo, fica apenas no campo da imaginação e do sonho, o que nos impede de simplesmente TER ATITUDE.

Estou aqui para dizer que isso tem solução, você é capaz de fazer, ter atitude e conseguir fazer uma conexão clara e saudável entre essas três funções. Para iniciar o exercício da força de vontade, pratique #atitudemocional:

Pense e reflita sobre sua meta.

Ela precisa começar no positivo e com verbos no imperativo. Por exemplo:

Fazer, Começar, Concluir, Finalizar etc.

Determine o que você: VAI, NÃO VAI E QUER FAZER em prol da sua meta.

Isso é fundamental para você descrever os limites e regras próprias para alcançar seus objetivos.

Observe-se praticando cada comportamento estabelecido por você mesmo.

Isso te ajudará a notar quais suas reais dificuldades e o que falta para exercitar sua força de vontade para mudar seus comportamentos.

Se precisar de ajuda nesse processo, lembre-se que isso não te torna fraco ou pior que outros, na verdade isso te torna consciente das suas limitações e nós, da Atitude Emocional, através do Coaching de Excelência, teremos o maior prazer de te ajudar a desenvolver a Força de Vontade e outras competências como planejamento, disciplina, organização, motivação, feedback e assim por diante. Existem técnicas e estratégias que podem te auxiliar e você pode começar a desenvolvê-la se percebendo e procurando ajuda profissional conosco. Desejo uma ótima semana, cheia de força de vontade.

#vamosagir

Zora Viana

zoraviana@atitudemocional.com

 

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