Arquivos mensais: março 2016

4 anos de Executiva sem Terninho


destaqueConfira os posts que mais tiveram destaque nas temporadas de moda do Executiva

É incrível como o tempo passa rápido! Estamos comemorando 4 anos de Executiva sem Terninho. Exatamente, 4 anos de dicas de moda, estilo e comportamento para executérrimas mais que antenadas, além de profissionais extremamente competentes. E nosso post especial de aniversário vai trazer a você as quatro dicas mais curtidas, comentadas e badaladas de cada temporada. Confira!

2012 – 2013 | Meia-calça pra qualquer ocasião

Esse post foi a surpresa mais bombástica que o Executiva já teve! Até hoje continuamos a receber muitos e-mails e mensagens pelas redes sociais das leitoras pedindo sugestões de cores e texturas de meias para usarem nas mais diferentes situações – casamentos, batizados, eventos corporativos, festinhas com as amigas etc.

E você já deve imaginar o porquê de nossas executérrimas gostarem tanto de meia-calça. A peça deixa a perna bem mais torneada, esconde uma ou outra manchinha, serve como recurso para alongar a silhueta e pode recriar uma produção que já estava batidinha. Confira algumas propostas novas que selecionamos para você!

2013 – 2014 | Jeans com jeans

Produções com mais de uma peça jeans podem deixar confuso até um ser PhD em moda. Mas não tem jeito, é em frente ao espelho que conseguimos perceber se a combinação deu certo ou foi um fiasco.

Não para diferentes lavagens! Não para peças de mesma cor! Não para mais de uma textura! Ainda bem que hoje esse tipo de regrinha não tem mais valor. Só é importante estar atenta ao dress code de sua empresa, no geral, peças jeans são indicadas apenas para o casual day.

2014 – 2015 | Pronta pra sair

Os vestidos fazem a cabeça das executérrimas e isso não é só no calorão! Com meia-calça, como vimos nas opções acima, ficam elegantes demais. Mas é importante respeitar algumas regras básicas em ambientes mais formais. Algumas delas: evite decotes profundos, comprimentos exagerados (muito acima dos joelhos ou longos demais), vestidos justos e tecidos muito finos e leves (que marquem até a alma e que possam ir parar na cabeça por qualquer ventinho).

Para deixar seu look ainda mais bonito e moderno, invista nos complementos – blazer, echarpe, cinto, jaqueta, colar, meia-calça, pulseira, sapato. Inspire-se!

2015 – 2016 | Boho chique no trabalho

Ahhhh o boho! Difícil quem não goste desse estilo. Como elementos principais, o Boho conta com vestidos, saias longas, batas e túnicas em tecidos fluidos combinados com peças em couro e jeans. Tudo com algum bordado, franjas e pedrarias.

As peças estampadas, de cintura alta e calças com boca larga também são características do estilo, além dos muitos acessórios – braceletes, pulseiras, colares, anéis, brincos.

Dica: se você aos poucos está adotando esse estilo, gosta da fluidez das peças, mas não é tão chegada a estampas, que tal investir em tons neutros com uma ou duas cores? Você pode apostar em um look total white ou ir para a outra ponta e adotar o Boho Goth.

Sorriso Gengival – Estética relacionada à gengiva


Olá, executérrimas!

Hoje temos um novo artigo de nosso parceiro, o dentista Dr. Alexandre Morita Cutolo!

O artigo aborda um tema sensível para muitas mulheres: a exposição em excesso da gengiva no momento do sorriso.

Interessante! Aproveitem!

Beijooooooo!

Fabi Gragnani

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Sorriso Gengival – Estética relacionada à gengiva

Dr. Alexandre Morita Cutolo

O sorriso gengival é uma condição que acomete uma grande parte da população causando, muitas vezes, um problema estético para o indivíduo. Dentre as diversas causas de sorriso gengival, a hiperfunção do músculo levantador do lábio superior é uma das mais significativas.

A estética do sorriso tem ganhado grande destaque nos tempos atuais. Quando há assimetria entre a proporção do tamanho do elemento dental em relação à gengiva, pode haver insatisfação por parte da maioria das pessoas – por conta da preocupação com a estética do sorriso. Muitas delas vêm se preocupando em harmonizar o sorriso, procurando técnicas que solucionem suas necessidades. Lembrando que o belo, tanto para profissionais quanto para leigos, possui suas diferenças de percepção, por isso é importante o profissional cirurgião dentista avaliar cada caso respeitando as individualidades e o gosto de cada paciente.

O sorriso é definido como uma posição dinâmica dos lábios que varia segundo o grau de sua contração muscular e seu perfil. Já a linha do sorriso pode ser definida pelo traçado de uma linha imaginária que acompanha a borda inferior do lábio superior distendida pelo sorriso. Sua harmonia pode ser influenciada por aspectos relacionados à coincidência da linha mediana (linha que divide o rosto no meio) com a linha interincisiva (linha que passa nas pontas dos incisivos), às características do posicionamento da extremidade incisal. Há relação do paralelismo do plano incisal com a linha do sorriso associado às características do tecido gengival do paciente. Em 69% da população, a linha do sorriso é caracterizada como média, enquanto 11% apresentam linha alta do sorriso.

Uma quantidade excessiva de tecido mole não é antiestética em si, dependendo da forma cujo excesso está disposto em relação aos dentes e lábios, e essencialmente da autopercepção do paciente.

Uma das principais causas do sorriso gengival é a erupção passiva alterada dos dentes, na qual o periodonto não migra satisfatoriamente em sentido apical, recobrindo assim a junção amelocementária, deixando uma coroa clínica pequena e o sorriso semelhante ao de uma criança.

Todo caso de sorriso gengival pode ser corrigido, podendo integrar várias especialidades da odontologia, uma vez que a causa pode ser bastante variada. O tratamento pode ser desde uma simples aplicação de botox até uma cirurgia mais complexa.

Dr. Alexandre Morita Cutolo

www.dentaldesigner.odo.br

Exposição ao sol: risco de câncer de pele X produção de vitamina D


Olá, executérrimas!

Hoje temos mais um artigo de nossa Parceira, Dra. Fabiane N. Bergonse, dermatologista e mestre em Dermatologia pela Faculdade de Medicina da USP.

O artigo aborda a controvérsia existente entre a importância da vitamina D e o fato de que a sua correta formação advém da absorção dos raios ultravioleta pela pele, principal fator de risco de câncer de pele.

Aproveitem!

Beijooooooo!!

Fabi Gragnani

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Exposição ao sol: risco câncer pele X produção de vitamina D

Atualmente, há muitas controvérsias e discussões em relação a um ponto de equilíbrio entre os efeitos maléficos e benéficos da exposição solar, já que por um lado, sabe-se que a radiação ultravioleta (UV – principalmente a radiação UVB) é o principal fator de risco de câncer de pele e, por outro, 90% da vitamina D necessária para um bom funcionamento do organismo advém dessa exposição solar (na pele) para a sua adequada formação.

Esse é um sério dilema, pois a deficiência ou insuficiência de vitamina D pode estar associada a várias doenças, como alguns tipos de cânceres (cólon, próstata, mama e até melanoma), doenças ósseas, doenças autoimunes, infecciosas, hipertensão arterial como também doenças cardiovasculares.

Já existem alguns estudos que recomendam uma exposição solar “segura” e balanceada para garantir a adequada formação de vitamina D, sem aumentar risco de câncer de pele.

Hoje em dia, aproximadamente 1 bilhão de pessoas sofrem de deficiência ou insuficiência de vitamina D. Vale ressaltar que a dieta alimentar representa somente 10% da obtenção da vitamina D, sendo que 90% da formação da vitamina D se deve a absorção de Ultravioleta (principalmente UVB) pela pele.

A recomendação de ingestão de vitamina D para que se tenha a devida proteção e se evite as doenças causadas pela sua deficiência, é de 1000-2000 Ul. Mas, normalmente, nossa ingestão está muito abaixo do nível necessário para se ter o nível ótimo dessa vitamina no sangue, e, assim, torna-se desejável a exposição solar a UV para se manter nível sanguíneo saudável.

O que dificulta um estudo e o consenso sobre o tema é a grande diferença geográfica e sazonal em relação ao UV. As incidências mais altas estão nos trópicos, sendo o Brasil um país privilegiado.

O que parece é que nos países de alta insolação como o nosso, no horário de pico (meio-dia), com alguns minutos de sol (menos de 15 minutos para se evitar o eritema ou a vermelhidão), limitando-se à exposição de face e braços, já há suficiente produção de vitamina D. Ou também pode-se expor uma área maior do corpo, por um tempo menor, o que resultaria numa produção adequada de vitamina, com menor dano a pele.

Tendo como exemplo um indivíduo de pele tipo II (que queima fácil e bronzeia pouco), o tempo estimado de exposição solar para produção adequada de vitamina D dependeria da quantidade (nível) de U.V e do tamanho da área a ser exposta ao sol.

Assim, numa incidência UV muito baixa (índice de 1), uma pessoa de pele clara tipo II , expondo o corpo todo ao sol, precisaria de 20 minutos para produzir a necessidade diária de vitamina D (1000 UI) e 200 minutos se a exposição fosse só na face. Já numa dose alta de UV (índice 7) , essa mesma pessoa precisaria de 1,5 minutos se fosse expor corpo todo ou 15 minutos se tomasse sol somente no rosto. Já numa incidência máxima de UV (nível 15) no corpo todo, precisaria de 0,67 minutos e 6,7 minutos expondo só o rosto.

Considerando-se a miscigenação da pele do brasileiro, esse tempo de exposição varia com tipo (cor) da pele. Para a pele tipo I (mais clara), o tempo deveria ser diminuído (dividido) por 0,7 dos valores, e numa pele tipo IV (bronzeia fácil e não queima), o tempo deveria ser multiplicado por 2. Já para uma pele tipo V ou VI (negra), o tempo deveria ser multiplicado por fator que vai de 5-10.

Portanto, é importante saber o tipo de pele, a incidência de UV da época do ano (estações do ano) e a incidência de UV do dia (maior às 12h).

* Ul: Unidades Internacionais – unidade de medida da Vitamina D.

Dra. Fabiane Bergonse
www.duedermatologia.com.br

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