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Consultoria de estilo – parte II


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Adriana Manni mudou completamente seus hábitos e deu um up em sua imagem pessoal com a ajuda da consultoria de estilo

Já abordamos o trabalho da consultoria de estilo no post Uma mãozinha de quem entende, mas é importante lembrar que, quando um consultor começa o trabalho de mapeamento do cliente, ele busca as principais necessidades, gostos, interesses e estilo de vida dessa pessoa. Com muita conversa, ele tenta mostrar ao entrevistado seus pontos de destaque e de atenção, além de dar orientações sobre como roupas, acessórios, texturas, comprimentos, cores e tecidos podem ajudá-lo a transmitir uma imagem adequada. Dessa forma, cada vez mais, o cliente conquista prazer e segurança para fazer escolhas de peças e produções por conta própria.

Para Adriana Manni, advogada que atua na área tributária de uma multinacional, a mãozinha da Fabi Gragnani (a idealizadora do Executiva Sem Terninho) foi determinante para trazer essa segurança ao seu dia a dia dentro e fora do escritório. “Tudo mudou. Eu comecei a me maquiar todos os dias, a fazer atividades físicas, passei a dar mais atenção para minhas sobrancelhas, unhas, pele e até minha alimentação melhorou”, comenta.

Seu primeiro contato com a consultoria de estilo foi há 20 anos, quando conheceu Fabi no trabalho. “Eu queria melhorar meu visual para aumentar minha autoestima. Um dia, ela veio até minha casa e dispensou boa parte de minhas roupas. Fizemos um novo guarda-roupa e, depois disso, eu nunca mais parei”, conta Adriana.

A mudança no guarda-roupa aconteceu com inúmeras orientações, inclusive, de bons profissionais. Fabi também explica que a vontade de mudar de Adriana foi potencializada quando ela percebeu que as pessoas começaram a notar sua evolução. “A partir daí, vieram as mudanças no penteado, a preocupação com outros cuidados pessoais, a procura por dermatologistas”, comenta Fabi. “Não vejo a indicação de profissionais como algo obrigatório no trabalho do consultor de estilo. Mas é de extrema importância deixar a cliente segura e confiante do que está fazendo e de que as mudanças que estão por vir, só melhorarão sua autoestima”, acrescenta.

Adriana tinha dificuldade para organizar as peças em seu guarda-roupa, entender o que tinha bom caimento em seu corpo e, principalmente, combinar roupas e acessórios. Faltava-lhe ainda tempo para tudo isso. “Adri adotou o vestido como sua peça chave. Uma forma de não perder tempo tentando fazer combinações diárias. Outro ponto que tentamos conter foi o exagero nas compras, trabalhando o consumo consciente”, explica Fabi.

Hoje, Adriana sente que precisa incluir acessórios em suas produções diárias, mas esse ponto está sendo trabalhado. “Adri desenvolveu-se muito nesses anos e é prova de como a consultoria pode ajudar as pessoas a transmitirem sua verdadeira imagem”, aponta Fabi Gragnani.

Uma mãozinha de quem entende


O que a consultoria de estilo pode fazer por você

Conquistar segurança e olho clínico para fazer produções exige dedicação. Mas a maioria das executivas não se analisa na hora de se vestir, seja por falta de tempo, preguiça ou simplesmente falta de conhecimento sobre o que lhe cai bem e efetivamente reflete o seu modo de viver e ser. “Como resultado, essas profissionais acabam transmitindo uma imagem errada daquilo que são e do que pretendem no mundo corporativo”, comenta Fabi Gragnani, responsável pelo Executiva sem Terninho.

Esse era o caso de Maria Cristina Vilhena, executérrima do setor de turismo, que só investia em peças pretas e brancas. “O daltonismo era uma barreira para ousar, já passei vergonha combinando cores. Adoro P&B, mas parecia sempre usar as mesmas roupas”, diz. Ela também conta que tinha dificuldade em saber as melhores combinações para tecidos, cores e estilos. “Queria ousar, mas não sabia por onde começar e ainda tinha a ideia de que não era possível unir conforto e elegância”, acrescenta.

A partir de uma mudança na vida, Cris percebeu que precisava de uma ajudinha profissional. “Eu me casei e fui morar num apartamento bem pequeno. Além do meu guarda-roupas ser minúsculo, eu estava numa nova fase da vida, queria encontrar um estilo próprio e saber combinar para poder ter poucas peças, mas também muitos looks”, explica. Com a consultoria de estilo, passou a apostar em produções mais criativas para suas peças e, hoje, mesmo mantendo uma base clássica, ela ousa nas cores de seus colares, lenços, anéis e bolsas. “Ainda criei o hábito de olhar sites e revistas de moda pra buscar inspiração e compor alguma coisa que eu goste”, diz.

Maria Cristina

Maria Cristina

CASO CRIS

Fabi Gragnani comenta a estratégia usada para driblar o daltonismo da Cris e introduzir novas cores em seu guarda-roupa

A Cris praticamente só usava preto e branco, mais ainda o preto. Para a mudança não ter tanto impacto, optamos por não variar muito as cores nas roupas, pelo menos, num primeiro momento. No entanto procurei incluir tons de vermelho, verde, bege, palha, além de investir em acessórios coloridos. Também limpei o excesso de brilho e as peças que já estavam fora de moda. O daltonismo sem dúvida dificultou o processo, mas o que fez toda diferença foi o interesse da Cris em mudar. A saída para ajudá-la no dia a dia foi fotografar uma infinidade de combinações, incluindo acessórios, sapatos, enfim, o look completo, para ela olhar a foto e vesti-lo. Em três anos, ela conquistou muita independência. Agora ajudo no momento das compras e de organizar mala de viagem.

Peça chave: calça cinza com estilo esportista (cordão na cintura) / tons escuros predominam

Looks com uma calça cinza corte alfaiataria e um pouco de cor

Peça chave: calça branca. Todos os looks são bem casuais e com mais cores.
A camisa listrada, por exemplo, aparece tanto aqui, como nos looks da calça cinza. Possibilidade de uso da mesma peça de várias maneiras.

Pequenas variações para um vestido preto, looks com calça jeans (casual) e tons escuros

Produções com uma calça bege bem casual

*Looks produzidos em consultoria realizada em 2011

CONSULTORIA DE ESTILO

A consultoria de estilo pode nos ajudar em diferentes situações, das mais elaboradas às corriqueiras. De acordo com Fabi Gragnani, seu papel é descobrir em cada pessoa um estilo que é só dela, combinado ao seu tipo físico e jamais dependente das tendências de moda. “O estilo é a expressão do que somos, do que gostamos e vivemos e, quando corretamente definido, permite-nos transmitir uma imagem segura e positiva a nosso respeito. ‘A moda muda, o estilo permanece’”, cita Coco Chanel.

Mas como funciona a consultoria? O que não pode faltar nesse trabalho de “leitura” do cliente e de suas rotinas para que o resultado seja 100%? Confira o passo a passo:

1 – MAPEAMENTO DO CLIENTE

É feita uma entrevista para verificar as principais necessidades, gostos, interesses e estilo de vida.

2 – DESCOBERTA DO ESTILO

Com as informações levantadas em entrevista, é possível entender qual o estilo do cliente, lembrando que todos nós temos um ou mais de um estilo – esportivo, elegante, clássico, sensual, entre outros. Identifica-se também o tipo físico do cliente e o formato do seu corpo (triângulo, retângulo, oval).

3 – ANÁLISE DO GUARDA-ROUPA

Verifica-se o que é possível manter, o que deve ser retirado por não estar em condições de uso ou pelo fato da modelagem ou visual estarem desatualizados e o que deve ser adquirido, sempre considerando a real necessidade da peça e as condições financeiras do cliente.

4 – ORGANIZAÇÃO DOS LOOKS

São estudadas produções somando as peças novas às peças que ficaram no guarda-roupa após a limpeza. O mais importante é unir o estilo de vida do cliente (profissão e o seu dia a dia) ao que fica bem em seu corpo (de acordo com o formato), considerando seu estilo pessoal, já que não adianta colocar uma peça clássica em quem tem estilo esportivo. O cliente deve se sentir bem nas peças.

5 – INDEPENDÊNCIA

O tempo para que o cliente continue por conta seu programa de estilo varia bastante. Os encontros para follow up geralmente acontecem a cada três meses.

Quer mais informações ou deseja contratar o serviço de consultoria de estilo? Entre em contato com Fabi Gragnani por aqui.

Não se reprima, mas também não se arrependa


NÃO SE REPRIMA, MAS TAMBÉM NÃO SE ARREPENDA

O comportamento nas festas empresariais requer o mesmo cuidado de quando se está no escritório. Estreitar relacionamentos faz parte do bom networking

Falando ainda sobre eventos de fim de ano, o tema agora é: comportamento nas festas da empresa. Tão importante quanto o look que preparamos para a confraternização, são nossas atitudes no evento, afinal de nada adianta arrasar no salto alto, e cometer gafes que manchem nossa imagem.

Para falar sobre esse tema, convidamos a Consultora de Carreira Renata Magalhães.

A primeira dica da Renata é simples: compareça à festa. A razão destes eventos é propiciar um ambiente que promova integração entre a equipe e, também, motivar os profissionais para um próspero novo ano.

Preocupe-se com horários.  Assim como no dia-a-dia, atrasos não são bem vistos; por isso, evite chegar muito depois do horário marcado. Fique atento também ao momento de se despedir, não seja o primeiro nem o último a sair da festa. Geralmente, as empresas estabelecem um horário de início e de final da festa; assim, o ideal é manter o intervalo máximo de 30 minutos, ou seja, chegar no máximo meia hora depois de iniciada a festa e não ir embora mais de meia hora antes do seu encerramento.

Aproveite a festa, afinal ela foi criada e planejada para um momento de confraternização e é isso que devemos ter me mente. As pessoas não estarão (tão) preocupadas com prazos, compromissos e responsabilidades; então, este é o momento de estreitar laços com os colegas, com a equipe e até mesmo com os diretores. Networking é um dos maiores benefícios das confraternizações, não desperdice! Porém, tenha bom senso; se perceber que não tem espaço pra isso, não force a barra. Deixar de fazer contato ainda é melhor que a impressão ruim que um contato forçado pode deixar. E lembre-se: contatos com pessoas de outras áreas, subordinados e colaboradores técnicos também são positivos.

Evite falar sobre os problemas da empresa. O ideal é manter uma conversa mais informal, sobre assuntos gerais e descontraídos. Atenção para não reclamar, fofocar ou falar mal, seja da festa, da empresa, dos colegas, ou do chefe. Cuidado também para não expor demais sua vida pessoal.

Por mais que a festa propicie um clima de paquera, cuidado com as regras da empresa no que diz respeito a relacionamentos. Seja discreto e mantenha o bom senso.

Apenas para lembrar, cuidado para não dar vexame. Afinal, ser lembrado no dia seguinte por conta de um comportamento ruim é péssimo em qualquer situação, pior ainda quando envolve sua carreira. Cuidado para não beber demais. Cuidado com o palavreado. Lembre-se das regras básicas de etiqueta à mesa e divirta-se com cautela, sem esquecer que este não é momento de dançar como se não houvesse amanhã.

Além de todas as recomendações, lembre-se que o mais importante é participar; afinal, o mundo só se constrói com a relações entre as pessoas.

Renata Magalhães dedica-se à Orientação Profissional e de Carreira, auxiliando jovens a gerir as primeiras etapas de sua vida profissional. Orienta a decisão sobre a carreira a seguir, a participação em processos seletivos e coaching para o mercado de trabalho.

Renata

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