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Sua imagem em 2017!

 

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Competência técnica e elegância: suas aliadas em 2017

 

Olá Executérrimas!

Primeiramente, Feliz 2017!!!!

Que esse seja um Ano de esperança por boas oportunidades, de foco em nossos objetivos e de comemoração por nossas vitórias, que virão, sim, desde que façamos a nossa parte (já que elas dependem em grande parte de nós)!

E lembro que embora o momento econômico seja bem difícil, em que muitos buscam oportunidades no mercado, é de extrema importância que não esqueçamos de nossa imagem. Para aquelas que estão a procura de uma recolocação no mercado, por exemplo, não relaxem no visual, já que ele é seu grande aliado. Por isso, mesmo que financeiramente não seja o momento de grandes investimentos, é importante estar bem preparada para uma entrevista. Uma boa apresentação, significa que você se preocupou com aquele momento, e até se você está a altura do cargo que deseja.

Para aquelas que tem dúvida de como se vestir quando iniciam uma nova atividade, sempre oriento que primeiramente verifiquem com o RH da empresa a existência de um dress code, para, em caso positivo, passarem a segui-lo. Adicionalmente, ou mesmo em caso de inexistência do código, uma outra alternativa é iniciar a atividade com um look clássico, discreto, passando na sequência a observar como se vestem as profissionais de sua equipe e principalmente a responsável pela área (sócia, diretora, gerente). A chance de errar é mínima.

Então, vamos com tudo em 2017, chiques, elegantes e preparadas tecnicamente, pois não será um ano fácil! E para aquelas que ainda estão curtindo umas férias, aproveitem bastante antes de voltar à loucura do escritório!

Grande beijo!

Fabi Gragnani

Remédio para autoestima

Olá, executérrimas. Tudo bem?

Hoje temos mais um artigo de nossa Parceira Zora Viana, fundadora e CEO da Consultoria Atitude Emocional.

O artigo trata de uma questão sensível e bastante atual – a autoestima, tema que vem ao encontro do objetivo do Executiva: melhorar a imagem da executiva e, por consequência, sua autoestima.

É para ler, pensar e agir!

Beijooooooo!

Fabi Gragnani

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Remédio para autoestima

Olá, gente de Atitude!

Quem me segue nas mídias sociais já sabe o quanto eu prezo pela autoimagem, especialmente, porque sei o quanto ela está atrelada à autoestima, não é mesmo? É por isso, que hoje resolvi discutir um pouco sobre isso por aqui. Afinal, é um remédio ótimo para dar um up na percepção de si!

Há um tempo, li o livro “Capital Erótico” da Catherine Hakim, que como todo livro tem coisas úteis e outras nem tanto. O que me chamou mais atenção foi esse trecho: “Os estudos realizados por psicólogos sociais abrangem as habilidades negligenciadas em pesquisas que focam apenas a atratividade física. Esses estudos avaliam o conforto e a competência das pessoas em situações sociais, empatia, influência, quantidade de sorrisos, efetividade persuasiva, expressividade facial, ausência de ansiedade social e (falta de) reticência.

E o que tudo isso tem a ver com autoestima? Se existem cada vez mais estudos que relacionam sucesso profissional com estar bem consigo e suas habilidades, será que estamos cuidando da nossa capacidade de gostar de nós mesmos? Por que autoestima é exatamente isso. Pare para refletir, o quanto você zela pela sua autoimagem? Se você for dar uma nota de 0 à 10, qual nota seria?

Eu não defendo um padrão ideal, apesar de saber que o mundo possui alguns padrões pré-definidos e muitas vezes temos de abrir mão de alguns gostos para nos encaixar (não adianta bater o pé, tem coisas que a gente não muda sozinho, por exemplo: um ambiente corporativo estar relacionado a roupas mais sociais). Minha defesa é para você se sentir bem e ir em busca do sucesso na sua vida! Para tanto, você pode praticar:

1. Autoanálise

Perceba como você está fisicamente, o que gosta e não gosta em você. Você pode usar como referência suas metas pessoais e profissionais para perceber o que precisa ser mudado (se precisa!).

2. Autopercepção

Identifique se o que não gosta em você é uma opinião sua ou dos outros. Porque se for fazer alguma mudança, precisa ser por você e seus objetivos.

3. Mudanças reais

Do que você identificou que precisa mudar ou melhorar, procure uma alternativa real para fazer isso. Quero dizer real, como aquelas mais naturais e que não agridem você emocionalmente e fisicamente. Cirurgias são boas, mas nem sempre vão te ajudar a melhorar a imagem que tem sobre você.

Alguns exemplos de mudanças que vejo em meus processos de coaching e orientação pessoal são: mudança no jeito de se vestir, cuidar das emoções, saber valorizar seus talentos e habilidades, de falar, se comportar, cuidar do cabelo, do rosto, do corpo, tudo alinhado com os objetivos individuais dos meus clientes.

Espero que gostem dessas dicas e tenham atitude para melhorar cada vez mais a autoestima de vocês!

Com amor,

Zora Viana

Psicóloga, Coach e Palestrante

 

VISAGISMO: arte e técnica a seu favor

Você conhece o Visagismo? Sabe como ele pode ajudá-la ao destacar o que há de autêntico em você? Entende a relação entre sua imagem e estilo de vida?

Se já ouviu falar e tem uma vaga ideia, então assista ao seguinte trecho do filme A Dama de Ferro.

No filme, percebemos o grande trabalho de estilo e imagem sugerido pelos assessores de Margaret Thatcher e adotado com êxito em sua trajetória rumo ao cargo de primeira-ministra do Reino Unido. Há muitas mudanças na personagem vivida por Meryl Streep, mas também respeito por sua identidade e por seus valores. Como resultado do trabalho de forma geral, a líder conquista o cargo com segurança, determinada a comandar a nação britânica com mãos de ferro.

Para entender o conceito visagista, entrevistamos Philip Hallawell, diretor do Centro de Visagismo Philip Hallawell e conferencista nas áreas de beleza, estética e artes. O trabalho de Philip foi criado a partir da associação que fez dos símbolos arquetípicos (que o criador da psicologia analítica Carl Gustav Jung descreveu como símbolos com significados universais) com a linguagem visual. De acordo com Philip, os símbolos arquetípicos mais simples e os mais poderosos são os formatos geométricos que estruturam todas as imagens. “Isso significa que toda imagem, intencionalmente ou não, contém uma mensagem subliminar que define o que ela expressa. Raciocinei que as linhas que formam os formatos geométricos são também símbolos arquetípicos”, explica.

E você pode estar se perguntando: por que a imagem pessoal tem tanta importância? Simples. Pois reagimos emocionalmente àquilo que vemos. O cérebro registra o conjunto de linhas, formas e cores da imagem e se identifica ou não com as qualidades que cada traço exprime. Philip traduz: “Quando a pessoa se olha no espelho, também reage emocionalmente. Se as emoções geradas não estiverem em sintonia com seu senso de identidade, ela não gosta do que vê. O encontro entre a imagem externa e interna traz bem-estar, autoconfiança e faz com que vivencie o que tem de melhor”.

Confira a entrevista completa e depois comente com a gente!

S/T – Podemos classificar o Visagismo como arte, técnica ou a mistura dos dois elementos?

Philip Hallawell – O Visagismo Philip Hallawell é uma arte. A arte de ajudar o cliente a definir o que deseja expressar por sua imagem, por meio de uma consultoria, e, depois, de transformar essa intenção numa imagem com harmonia e estética. O processo envolve várias técnicas, como a da análise física, análise do temperamento, a indução à reflexão e técnicas de execução.

Consideramos os cabelos como um dos elementos fundamentais para definição da identidade visual. Mas além deles, que outros pontos são avaliados em uma sessão de Visagismo? Explique a função de cada um desses elementos.

Philip Hallawell – Todos os aspectos da imagem são avaliados: cabelo, maquiagem, dentes, assessórios e vestimentas, além das características físicas faciais e corporais. O rosto é considerado a sede da identidade e representa 70% do senso de identidade visual. Os dentes são muito importantes porque a boca é o ponto focal quando se olha para uma pessoa; eles comunicam importantes informações, por meio dos seus formatos, tamanhos, sua arcada e as linhas que a dentição forma. As sobrancelhas são a moldura dos olhos, região associada às emoções e o seu formato, tamanho e grossura vão interferir na maneira em que a pessoa é percebida emocionalmente. Os óculos têm semelhante efeito. A maquiagem pode alterar a percepção do formato do rosto e das feições. As vestimentas afetam as formas do corpo. Mas, de todos os elementos, o cabelo é que tem o maior impacto na imagem pessoal e é o elemento para o qual se olha mais. Toda mudança na imagem pessoal muda o senso de identidade da pessoa.

Quanto tempo dura a primeira consulta com o visagista? Depois dessa primeira consulta há mais encontros? Se sim, com que frequência?

Philip Hallawell – No salão, a consultoria dura aproximadamente de 15 a 30 minutos e sempre é repetida na volta do cliente. As sessões de retorno duram menos tempo. A consultoria de moda dura por volta de 1 hora ou mais. A consultoria de Visagismo é incorporada ao trabalho que o profissional faz, ou seja, não é feita a parte.

A consultoria segue uma sequência lógica (estuda-se primeiro o rosto, depois os ombros, os dedos das mãos, a altura) ou para cada cliente acontece de uma maneira diferente?

Philip Hallawell – Sim. O primeiro passo é a análise física que é feita muito rapidamente depois que se tem prática. Enquanto que o cliente se aproxima do profissional, este está observando o andar, a postura, gestos e a fala. Também já analisou o formato do rosto. Quando a consultoria começa, o profissional já analisou o comportamento e tem uma boa noção do temperamento dominante do cliente. Quando ele começa a conversar, diz o que o formato do rosto indica, depois cada parte do rosto. A testa, que revela como a pessoa é intelectualmente, os olhos que indicam como ele é emocionalmente, o nariz mostra como age na vida, a boca como se expressa e é relacionada à sexualidade e o queixo como lida com suas vontades. Não precisa ser nesta ordem. Finalmente analisa a cor da pele. O importante é fazer o cliente refletir sobre como está utilizando essas características e se deseja acentuá-las ou diminuí-las, ou se deseja adicionar algo. O consultor de moda vai fazer uma análise mais detalhada do corpo e o dentista dos dentes e da boca. Desse modo o cliente é ajudado a definir o que deseja na sua imagem.

Há ferramentas específicas utilizadas na consulta com o visagista? Explique a estrutura de cada ferramenta e a finalidade.

Philip Hallawell – O visagista não deve depender de nenhuma ferramenta para fazer a análise e a consultoria, exceto ao avaliar a cor da pele, quando tecidos de diferentes cores são colocados abaixo do queixo para ver se combinam com o tom da pele. Isso é importante para consultores de moda, mas não chega a ser necessário para outros profissionais que podem descobrir o tom questionando o cliente sobre como o bronzeado se fixa após a exposição ao sol.

As alterações físicas orientadas costumam causar mudanças no comportamento das pessoas avaliadas, ou seja, é comum um cliente conseguir a promoção desejada como resultado da confiança conquistada por meio da nova imagem?

Philip Hallawell – No Visagismo Philip Hallawell, o objetivo é criar um encontro entre a identidade visual exterior e o senso de identidade interior. Quando isso acontece, a pessoa atinge seu mais alto nível de equilíbrio emocional e psicológico. Ela também vê o melhor de si na sua imagem. Evidentemente, tudo isso trará grandes benefícios nos seus relacionamentos e pode resultar em mudanças significativas, como promoções, conquistas e realizações.

Muitas vezes, perguntas como “O que eu quero”, “quem eu sou” e “qual estilo de vida que pretendo ter” podem não estar esclarecidas para o cliente, ou seja, ele sabe que a mudança é necessária, mas não sabe por onde começar. Quais são as técnicas que vocês utilizam para extrair a essência do cliente?

Philip Hallawell – A maioria das pessoas não consegue colocar em palavras respostas para perguntas como essas. A consultoria lhe dá as palavras quando se explica o que o rosto revela do seu temperamento e a análise da imagem o conscientiza sobre o que está expressando para o mundo. Isso facilita muito para definir o que o cliente deseja, como é seu estilo e outras questões.

Dê um exemplo prático desse processo.

Philip Hallawell – Funciona da seguinte maneira: dizemos que o nariz do cliente é pronunciado e é grande. Isso significa que ele provavelmente seja uma pessoa de ação, que não tem medo do risco e que é extrovertido. Mas também pode significar que seja imprudente. O que se faz é estimular a reflexão. Isso é bom? Traz benefícios ou atrapalha? Precisa atenuar isso ou não? O corte de cabelo, a maquiagem e outros elementos podem acentuar ou diminuir o nariz. Além disso, o uso de linhas inclinadas vai aumentar a energia, o dinamismo e a extroversão. Linhas retas vão dar direção à sua energia e linhas curvas vão suavizá-la. O cliente tem de decidir o que deseja.

As mudanças sugeridas são baseadas nas características naturais dos clientes? Em tempos em que as mulheres brasileiras buscam incansavelmente técnicas para alisar os fios, como mostrar a uma cliente que ela também pode ter sua melhor versão de uma forma mais natural, por exemplo, com cabelos encaracolados?

Philip Hallawell – Cabelos muito retos podem estabelecer uma imagem rígida e de controle. Quando o cliente descobre isso, pode perceber que não é isso que deseja expressar. Muitas mulheres rejeitam seus cabelos encaracolados porque se sentem conturbadas ou inconsequentes. Isso acontece porque a linha encaracolada expressa conturbação, especialmente se o cabelo for longo e armado. O cacheado expressa leveza e certa infantilidade – é uma linha lúdica. No entanto, há como usar cabelos desses tipos naturalmente, sem que expressem algo negativo.

Você acha que os cabelos enrolados (considerados modernos ou até mesmo rebeldes) tem espaço na cabeça de executivas?

Philip Hallawell – Sim, desde que não sejam longos e que o formato do corte seja retangular. Senão a imagem será de uma pessoa sem seriedade e compromisso, ou conturbada, inadequada para uma executiva. Quando a executiva não quer perder sua feminilidade, manter os cachos é uma alternativa. Também podem ser usados para expressar criatividade.

Pensando nas executivas que trabalham em grupos mais conservadores, como empresas de advocacia ou instituições financeiras, imagino que seja difícil generalizar, mas há um padrão ou algum tipo de perfil infalível para o sucesso? Cabelos curtos, lisos, fios retos, algo do gênero?

Philip Hallawell – Uma executiva deve pensar em como deseja atrair clientes, colegas e subordinados e que qualidades deseja deixar evidentes. Ela precisa de uma imagem que revele a pessoa de valor que é e que mostre seu comprometimento com o trabalho. Cabelos longos devem ser evitados, porque todo elemento visual abaixo do lóbulo da orelha tem ação visual pra baixo. Esse direcionamento do olhar para baixo indica que a pessoa precisa de sustentação ou apoio, o que sugere que não é independente. A dependência pode ser emocional (do marido ou dos pais), financeiro, espiritual ou numa imagem que lhe trouxe aceitação, especialmente se foi considerada bonita quando adolescente. Além disso, não passa compromisso. O cabelo longo cria a sensação de peso e imobilidade (além de engordar) e penso que a imagem de uma executiva deve transmitir energia, leveza e dinamismo. Cabelos longos e soltos expressam liberdade e que a pessoa está “solta”, sem compromissos. Não se deve confundir liberdade com independência.

Quanto aos formatos de rostos (oval, retangular, redondo), podemos pensar em cortes mais indicados para cada um deles?

Philip Hallawell – No Visagismo Philip Hallawell não se trabalha com esse conceito, porque seria uma padronização da imagem, quando o que se busca é a personalização ou customização.

Mas há uma regra para tons de pele, coloração dos cabelos e até mesmo para o uso de cores de roupas, certo?

Philip Hallawell – Sim. Em relação às cores é essencial obter uma harmonia, então as cores dos cabelos, da maquiagem e das roupas têm de estar em harmonia com o tom de pele. Em princípio, peles de tons quentes combinam com cores quentes ou com cores frias neutralizadas e vice-versa. Por exemplo, uma pele de tom quente combina com verde musgo, enquanto as peles frias combinam com vermelho vinho. Por outro lado, se a pele for quente, nunca se deve usar um vestido azul-marinho, e se for fria, nunca se deve usar um conjunto vermelho alaranjado. Para descobrir se a pele é quente ou fria, a pessoa deve refletir sobre o tom do seu bronzeado quando se fixa. Se o bronzeado for dourado, é uma pele quente de fundo amarelo. Se for acobreado, é uma pele quente avermelhada. Se for do tom de café ou simplesmente escurece e tem tendência de se manchar, é uma pele fria amarelada. E há ainda as peles muito brancas que nunca seguram um bronzeado. Essas são peles frias rosadas.

Philip Hallawell por Virna Santolia

Philip Hallawell teve sua formação na Inglaterra e nos EUA. Artista plástico e arte educador, ele apresentou e criou a série À Mão Livre – A Linguagem do Desenho, na TV Cultura, e é autor dos livros da série À Mão Livre (Ed. Melhoramentos), Visagismo: harmonia e estética (Senac SP, 2003) e Visagismo Integrado: identidade, estilo e beleza (Senac SP, 2009).

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